Mostrando postagens com marcador Aprovado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Aprovado. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 11 de julho de 2017

Após 7 horas de tensão, Senado aprova reforma trabalhista

O placar foi de 50 votos favoráveis e 26 contrários. Houve apenas uma abstenção. Foto: Alex Ferreira/Câmara dos Deputados
Depois de muita confusão, o projeto principal da reforma trabalhista foi aprovado na noite desta terça-feira no Senado. O placar foi de 50 votos favoráveis e 26 contrários. Houve apenas uma abstenção. 

A votação do projeto de lei que muda as regras trabalhistas estava marcada para às 11h desta terça-feira, mas, desde as 12h30 estava suspensa e só foi retomada pouco antes das 19h, após as senadoras que ocupavam a mesa deixarem o local. As luzes foram acesas, novamente, após quatro horas no escuro, por volta das 16h33. 

A proposta aprovada na Casa muda pontos da legislação trabalhista como férias, jornada, remuneração e plano de carreira, além de implantar e regulamentar novas modalidades de trabalho, como o trabalho remoto (home office) e o trabalho por período (intermitente).

O projeto prevê ainda que a negociação entre empresas e trabalhadores prevalecerá sobre a lei em pontos como parcelamento das férias, flexibilização da jornada, participação nos lucros e resultados, intervalo, plano de cargos e salários, banco de horas, remuneração por produtividade e trabalho remoto.

No entanto, pontos como Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), salário-mínimo, 13º salário, seguro-desemprego, benefícios previdenciários, licença-maternidade e normas relativas à segurança e saúde do trabalhador não podem entrar na negociação.

O ponto apresentado pelas senadoras como motivador para o protesto está relacionado, principalmente, à condições de trabalho de mulheres grávidas. No atual texto, as trabalhadoras poderiam ser expostas à condições insalubres. 

Ocupação da Mesa

Por isso, as parlamentares Fatima Bezerra (PT-RN), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Ângela Portela (PT-ES), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Lídice de Mata (PSB-BA), Regina Sousa (PT-PI) e Kátia Abreu (PMDB-TO) ocuparam o local. 

A resistência em alterar o ponto é que modificações na proposta farão com que o PL volte a Câmara dos Deputados. O que não é interesse do presidente Michel Temer (PMDB). (Com Agência Brasil)

Do Estado de Minas

quarta-feira, 15 de março de 2017

Por 22 votos a favor e um contra, Reforma Administrativa é aprovada

Câmara de Vereadores de Caruaru aprovou projeto na noite desta terça (15). Na reforma, gastos com os cargos comissionados será de R$ 373 mil mensais.

Projeto foi aprovado na Câmara de Vereadores de Caruaru (Foto: Paula Cavalcante/ G1)


Foi aprovado na noite desta terça-feira (14) na Câmara Municipal o projeto de Reforma Administrativa da prefeitura de Caruaru, no Agreste de Pernambuco. As votações ocorreram em primeira e segunda discussões e apenas o vereador Daniel Finizola (PT) se posicionou contrário a Lei. Os demais 22 votos foram a favor. 

De acordo com o projeto, o impacto financeiro da Reforma para gastos com os cargos comissionados será de R$ 373 mil mensais. Esse valor, segundo o estudo da secretaria da Fazenda Municipal, corresponde a um amento de 0,06% da Receita Corrente Liquida, correspondente ao ano de 2016.

A sessão foi tranquila e poucos parlamentares discutiram a Lei. O líder da oposição, vereador Alberes Lopes (PRP), disse que apesar de ter algumas críticas ao documento, a bancada se reuniu e decidiu votar a favor. “Vamos dar um voto de confiança a prefeita, apesar de discordar da maneira como projeto tramitou na Casa”, diz.

O parlamentar disse ainda que o estudo de impacto financeiro chegou momentos antes da sessão, mas mesmo assim votou a favor. O líder do governo, vereador Leonardo Chaves (PDT), destacou a importância da reforma para o município e disse que o contexto da votação aconteceu de forma legal.

“Todos os prefeitos que assumem a função enviam as reformas administrativas. Essa situação é normal, houve vereador que chegou a conceder entrevistas e afirmaram que o Projeto era inconstitucional e isso não é verdade”, diz.

O presidente da Câmara Lula Tôrres (PDT) disse que com essa votação o governo poderá ser destravado. “Foi uma votação tranquila e temos a certeza que a partir de agora, a prefeita vai ter tranquilidade para fazer uma gestão da maneira que ela pensa, para o bem da cidade”, disse.
O projeto segue agora para a sanção da prefeita Raquel Lyra (PSDB).

Do G1 Caruaru