Mostrando postagens com marcador Deputado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Deputado. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Fora os ministros, só 3 deputados pernambucanos irão votar a favor de Temer na próxima quarta (2)

Está marcada para a próxima quarta-feira (2) a reunião da Câmara Federal para decidir se autoriza ou não o Supremo Tribunal Federal (STF) a processar e julgar o presidente Michel Temer pela suposta prática de crime de corrupção passiva. A autorização para que Temer seja processado precisa do apoio de 342 deputados, mas a oposição não tem esses votos.

O quórum mínimo para a abertura da sessão são 51 deputados e a Ordem do Dia poderá ser iniciada com o registro de presença de 52 parlamentares. Iniciada a Ordem do Dia, o relator da denúncia na CCJ, deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), que votou pelo seu arquivamento, falará por 25 minutos, seguido pelo presidente Michel Temer ou por seu advogado, que também terão a 25 minutos.

Após falarem quatro oradores, dois contrários e dois favoráveis ao afastamento, poderá ser apresentado requerimento de encerramento da discussão, desde que ao menos 257 deputados tenham registrado presença.

Já a votação propriamente dita do parecer de Ali-Ackel somente poderá ser iniciada com o registro de presença de 342 deputados. Segundo a Secretaria-Geral da Mesa, a ordem de votação será a mesma adotada na votação do impeachment de Dilma Rousseff: os parlamentares serão chamados em ordem alfabética, por Estado, alternadamente do Norte para o Sul e vice-versa.

Da bancada de Pernambuco, composta por 25 parlamentares, apenas três – fora os ministros – estão decididos a votar pelo arquivamento da denúncia: Fernando Monteiro (PP), Luciano Bivar (PSL) e Guilherme Coelho (PSDB).

Estão indecisos Jorge Côrte Real (PTB), Eduardo da Fonte (PP), Ricardo Teobaldo (Podemos), Marinaldo Rosendo (PSB), Cadoca (sem partido) e Zeca Cavalcanti (PTB).

sexta-feira, 28 de abril de 2017

PDT expulsa deputado que votou a favor da reforma trabalhista

Foto: Alex Ferreira
O deputado Carlos Eduardo Cadoca (PE) será expulso do PDT por ter votado a favor do projeto de reforma trabalhista no plenário da Câmara, informou nesta quinta-feira (27) o presidente do partido, Carlos Lupi.
Na madrugada desta quinta, a Câmara aprovou a proposta, com 296 votos a favor e 177 contrários. O texto segue agora para a análise do Senado.

“Diante do resultado da votação da reforma trabalhista ocorrida na noite de ontem, em Brasília, a Executiva Nacional do PDT decide, ad referendum, pela expulsão do parlamentar Carlos Eduardo Cadoca (PE)”, informou Lupi, por meio de nota.

Segundo o documento, a medida respeita a decisão tomada na última convenção nacional do PDT, em 17 de março, quando fechou questão contrária às reformas do atual governo.

“O PDT tem suas raízes históricas e lutas sempre em favor do trabalhador brasileiro. No momento que um governo ilegítimo, imoral e sem qualquer apoio popular decide atacar diretamente as conquistas trabalhistas, o PDT tem a obrigação de ficar ao lado do trabalhador brasileiro”, concluiu.

Em nota, o deputado Carlos Eduardo Cadoca afirmou que a decisão de votar a favor das reformas da Previdência e trabalhista sempre foi explícita.
“Não agi às escondidas nem promovendo qualquer tipo de voto surpresa”, disse.

O parlamentar disse que ao ingressar no PDT, deixou claro o seu alinhamento com o governo Temer e que o partido, até então, havia anunciado uma postura de independência em relação ao Palácio do Planalto.

“Não recebo lição ética nem moral de uma figura como Carlos Lupi, presidente nacional do PDT, que foi demitido do governo Dilma acusado de corrupção. Sigo tranquilo, votando de forma independente pelo que acredito e pelo que considero melhor para o país”, concluiu o deputado.