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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Prefeitura de Agrestina anuncia medidas para enfrentar a crise

Foto: Adriano Monteiro/Decom
A retração na economia já atingiu a maior parte das prefeituras do Brasil e em Pernambuco a situação não é diferente. Em Agrestina, o Governo Municipal apostou na redução de custos e adequação de despesas para priorizar o pagamento dos salários de funcionários efetivos, contratados e comissionados. Dessa forma, a Secretaria de Administração pretende evitar o corte de cargos e demissão de servidores.
O secretário da pasta que organiza a folha de pagamento, Marcio Elson, explica que a visão empreendedora do prefeito Thiago Nunes colaborou para que ainda não houvesse cortes, já que o gestor pensou de forma estratégica e a longo prazo para evitar danos maiores. “Essa é a primeira medida que está sendo tomada. Se não for suficiente, poderão acontecer cortes de gratificações e cargos comissionados”, relata. 

A situação de diversos municípios do Estado foi exposta nesta segunda-feira (09) durante ato organizado pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe). A Prefeitura de Agrestina se mostrou solidária às reivindicações sobre a diminuição no valor dos repasses realizados aos cofres municipais nos últimos meses. Todas as Secretarias (exceto Saúde e Educação) ficaram fechadas durante todo o dia, com faixas explicando aos cidadãos quais os motivos da paralisação enquanto funcionários trabalhavam internamente. O prefeito de Agrestina, Thiago Nunes (PMDB), reiterou o posicionamento participando da caminhada na capital pernambucana, na mesma data, ao lado do vereador de Agrestina, Sonaldo Serafim (PCdoB). 
Vale salientar que o cenário apresentado em Agrestina se deve também ao repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que passou de 1,2% para 1,4%, mas por ser em termos percentuais não teve impacto positivo já que a arrecadação federal – na qual o índice se baseia, também diminuiu. “Além disso, tivemos aumento de salários (mínimo e dos professores), bem como dos custos para manter a máquina pública”, detalha o secretário.
Marcio afirma que todos os secretários foram orientados a reduzir as despesas em 20% para manter os serviços funcionando de forma habitual. “Instauramos medidas de economia desde o reaproveitamento e a otimização do material de expediente até o uso racional do combustível, por exemplo”, explica. Sendo assim, mesmo com as adaptações, o pagamento dos funcionários contratados e efetivos foi realizado ainda no dia 30 de outubro e dos comissionados no dia 10 de novembro.

Por Edmea Ubirajara

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Agrestina irá aderir ao Movimento de Defesa dos Municípios, nesta segunda

Imagem: Divulgação Amupe
A Prefeitura de Agrestina informa que participará nesta segunda-feira (09) do ato organizado pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe). O governo municipal se demonstrará solidário às reivindicações sobre a diminuição no valor dos repasses realizados aos cofres municipais nos últimos meses. A mobilização acontecerá a partir das 9h em frente à Assembleia Legislativa de Pernambuco, no Recife. O Movimento em Defesa dos Municípios pretende reunir mais de 100 municípios para cobrar do Governo Federal mais atenção às cidades do Estado.
Sendo assim, em Agrestina, todas as Secretarias estarão fechadas, com faixas explicando aos cidadãos quais os motivos da paralisação e funcionários trabalhando internamente. Escolas e serviços essenciais como saúde, infraestrutura e limpeza urbana também funcionarão em horário habitual para não prejudicar a população. 

Por: Edméa Ubirajara

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Crise no Hospital Mestre Vitalino. Funcionários estão em aviso prévio e existe o risco de unidade fechar as portas


Terminou agora há pouco uma reunião com a direção da Fundação Altino Ventura. Devido a falta de pagamento do repasse do governo do Estado a Fundação, a mesma não tem como mais arcar com o pagamento de salários e fornecimento de insumos para manter o pleno funcionamento da unidade. Funcionários já receberam a informação que irão entrar em aviso prévio e no prazo de 30 dias devem ser demitidos. 
Uma equipe da secretaria de Saúde do Estado deve vir a unidade hospitalar nessa terça (11) para avaliar a situação e tentar buscar uma solução para resolver o caso. Inaugurado ano passado, desde o início que a unidade funciona apenas com 60% da capacidade, o que sempre motivou críticas por parte dos usuários. A pergunta agora é se o hospital será fechado? Mais informações ainda hoje.

Via Blog Mario Flávio