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| Imagem:Adriano Monteiro |
Quem vê o ritmo desempenhado pelos dançarinos da mazurca, entende a importância que ela tem para o Agreste pernambucano. E nos últimos meses quem conhece esse som pôde conferir de perto que ele está mais vivo do que nunca.
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| Imagem:Adriano Monteiro |
Em meio a renda renascença, acessórios de fibra de banana, bonecas de pano e artigos em couro, a Mazuca de Agrestina levou a Altinho, em janeiro deste ano, cantigas que exaltam a beleza da vida simples. Durante apresentação na Unidade Móvel de Artesanato, do SEBRAE, ninguém ficou parado e este também foi o clima em outro show realizado no mesmo mês. O grupo participou do desfile do Bloco Afro Ilê Dandara, em Caruaru, junto a outras manifestações culturais como o Afoxé Xapanãladê, Roda de Capoeira e Maculelê.
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| Imagem: Adriano Monteiro |
E foi justamente para explicar todo o envolvimento causado pela mazurca, assim com ‘r’ mesmo, que surgiu uma obra, lançada ainda no primeiro mês deste ano, que explica como esse ritmo polonês chegou e se enraizou em Pernambuco. O livro: Sobre Mazurca, organizado pelo antropólogo Thiago de Oliveira Sales, apoiado pelo FUNCULTURA, é composto por artigos e fotografias de um conjunto de autores e resulta de um extenso trabalho de pesquisa incluindo o estudo dos grupos culturais existentes nos municípios de Agrestina, de Caruaru e Camocim de São Félix. Lagoa dos Gatos e Panelas, que também possuem tradição com mazurcas não foram citadas.
“Todos esses fatos demonstram o quanto a mazurca realmente é importante para nossa história. Ao longo dos últimos anos viemos nos esforçando para que a mazurca seja reconhecida como uma das maiores riquezas de Agrestina. Muitos eventos virão e todos aqueles que tiverem a intenção legítima de exaltar esse ritmo, caso precisem, receberão o nosso apoio”, disse o Secretário de Cultura, Turismo e Juventude, Josenildo Santos.
Por: Edmea Ubirajara



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